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10.07.2019 - 39 clique(s)
Prefeitura confirma as obras de reconstrução da casa acolhida
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Depois de impasses, imprevistos e licitações desertas, a Prefeitura está confirmando as obras de reconstrução e ampliação da Casa de Acolhida em São Borja. Ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, a unidade de serviços atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. O último processo licitatório realizado pela Secretaria Municipal de Planejamento confirmou a empresa Rak Engenharia para execução do projeto. Serão investidos R$ 355 mil, valores corrigidos, faltando apenas a ordem de serviço do prefeito Eduardo Bonotto para que as obras sejam iniciadas.
 
O secretário de Desenvolvimento Social, Pedro Quoos, comemora os investimentos a serem realizados. Destaca que “valeu a pena todos os esforços empreendidos por mais de um ano, pois a nova Casa de Acolhida ficará dentro dos padrões técnicos estabelecidos e em condições de atender todas às demandas das suas finalidades”.  O secretário explica que o novo ambiente será uma casa-lar, com todos os seus compartimentos domiciliares.
 
De acordo com o projeto elaborado por arquitetos da Secretaria de Planejamento, a casa deixará de ter dormitórios coletivos, para oferecer acomodações mais privativas. Os demais espaços ficarão todos de maneira  integrada, como é o caso da   cozinha, do refeitório e de uma sala de estar, por exemplo.
 
Em outra ala ficarão uma sala de estudos, com apoio de biblioteca. Também será disponibilizado espaço para uma oficina de informática. Em área externa, próxima, uma pracinha de recreação também será colocada à disposição. É de seis meses o tempo previsto para execução das obras.

Um trabalho permanente de amparo e inserção social

Nesta semana, 22 crianças e adolescentes eram assistidas pela Casa de Acolhida em São Borja, localizada junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. É um público-alvo formado por crianças e adolescentes vítimas de diferentes vulnerabilidade, desde situações de abandono e violência familiar ou mesmo incapacidade de assistência material. O acolhimento na casa normalmente resulta de ações precedentes do Conselho Tutelar, do Ministério Público e do Poder Judiciário.
 
Uma equipe multissetorial atua em caráter permanente, 24 horas, para garantir atendimento aos acolhidos. A diretora da Casa, Cíntia Floriano, destaca que “a missão de todos nós é garantir  o amparo de assistência material e de apoio afetivo necessários, para consolidação de uma autoestima adequada e, ao mesmo tempo, permitir  natural inserção na sociedade”.
 
Os jovens assistidos podem permanecer até os 18 anos na instituição. Em um dos turnos durante o  dia, a maioria frequenta o ensino regular em escolas da cidade. A diretora relata que quatro crianças, atualmente,  estão em escolas de turno integral e outras assistem aulas de reforço pedagógico em disciplinas estratégicas.
 

Fonte: DECOM

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