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30.08.2018 - 176 clique(s)
São Borja retoma a coleta seletiva de lixo a partir desta segunda-feira.
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Depois de alguns anos de recesso nas operações, a administração municipal em São Borja volta a prestar um serviço que atende uma das grandes demandas na comunidade. Trata-se da retomada dos serviços de coleta seletiva e de reciclagem do lixo produzido na cidade. A ação é bem mais ampla e, em etapas posteriores, ainda estabelece várias outras atividades complementares, através do programa Transformar – Cuidando para o futuro, apresentado pelo vice-prefeito Roque Feltrin. Além de coleta seletiva e reciclagem de resíduos, estão também programadas a implantação de horta, viveiro e composteiras, em área da Prefeitura, no bairro do Passo.

A iniciativa tem a coordenação geral da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, mas em parceria com as demais secretarias municipais, além de outras instituições públicas e privadas. Participam também Conselho do Meio Ambiente, Câmara de Vereadores, escolas, universidades, clubes de serviço, entidades do comércio e indústria, a empresa concessionária para a coleta de lixo e associações e cooperativas de catadores. Cada instituição dará sua contribuição na respectiva área de atuação, sendo pedagógica a função inicial, diz o secretário do Meio Ambiente, Fábio Fronza. Ele destaca que a principal tarefa é criar o hábito de separação do lixo orgânico do chamado lixo seco, este destinado à reciclagem.

Esquema de coleta

A empresa Eco Verde, concessionária dos serviços de coleta urbana, também fará o recolhimento diário de lixo seco na área central da cidade. Fronza explica o caminhão que recolherá os resíduos recicláveis irá passar a partir das 14 horas no Centro todos os dias, e no período da noite ocorre o recolhimento do lixo normal a partir das 19 horas.

Já na Zona Sul a coleta seletiva será nas terças-feiras e sábados, a partir da 8 horas. Quanto ao lixo orgânico, o trabalho seguirá o mesmo cronograma de atendimento: nas segundas, quartas e sextas-feiras. Nessa região estão abrangidos os bairros Pirahy, Tiro, Paraboi, Betim, Maria do Carmo e Florêncio Guimarães, além das vilas ao entorno desses locais.

Na Zona Norte da cidade o recolhimento do lixo seco (reciclável) será na segunda e sexta-feira, a partir das 8 horas. Em relação ao lixo orgânico, segue a rotina das terças e quintas-feiras, nos horários de costume. Área abrangida: Vilas Cabeleira, Umbu, Leonel Brizola, Jaguari e São Francisco, mais os bairros Itacherê, José Pereira Alvarez e o Passo.

A Secretaria de Meio Ambiente orienta que o lixo reciclável inclui jornal, papel, papelão, latas de cervejas e refrigerantes, garrafas pet, metais, ferro, alumínio, caixas de leite e sacolas plásticas, por exemplo. Já o chamado lixo orgânico inclui restos de comida, erva-mate,  cascas de frutas, papel higiênico, fraldas e itens similares.

No Passo

O Lixão que, por muitos anos serviu como aterro sanitário no bairro do Passo, vai ser gradativamente desativado. A meta é de resolver os problemas decorrentes pelo passivo ambiental no local. Numa primeira etapa, porém, essa área ainda permanecerá como espaço de transbordo. A partir desse local, os materiais que não forem reaproveitados pelos recicladores ainda continuarão sendo levado a aterro sanitário em Giruá. O secretário Fábio Fronza destaca que, em etapa posterior, a intenção é de que o município tenha o seu próprio aterro sanitário.

Já a partir de agora, porém, as principais ações passarão ser desenvolvidas em área no entorno do antigo GIAMA, na vila Ernesto Dornelles. O pavilhão existente será utilizado para o processo de triagem e reciclagem de materiais por associação de catadores.

Em terreno amplo da Prefeitura, na mesma região, serão implantadas uma horta e um viveiro. Através da produção de frutas e verduras, através de trabalho da comunidade e sob coordenação técnica da Prefeitura e da Emater, a ideia é de atender pelo menos em parte à demanda da merenda das escolas da rede municipais e instituições assistenciais.

Quanto ao projeto do viveiro, o secretário Fronza espera que é que sejam produzidas mudas de espécies frutíferas, nativas e ornamentais. Isso deve evitar que, pelo menos em parte, a municipalidade deixe de ter que comprar mudas de fora. Outro projeto a ser implementado é a montagem de composteiras, começando para utilização de materiais como restos de podas urbanas. A ideia é de que a iniciativa possa ser multiplicada também na comunidade, assim como em relação à implantação de hortas domésticas.

 

Fonte: DECOM

Imagem: DECOM

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