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07.01.2018 - 204 clique(s)
[ITAQUI] Servidor que recebia salário sem trabalhar começa a devolver dinheiro público
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Advogado Marcelo Petrini foi exonerado em novembro do ano passado, 11 meses após ser nomeado para a inspetoria veterinária de Itaqui. Secretaria Estadual da Agricultura garante que foi um caso pontual e que uma sindicância interna apura o que aconteceu.

 
Servidor que trabalhava como advogado particular em expediente começa a devolver pagamentos

Servidor que trabalhava como advogado particular em expediente começa a devolver pagamentos

 

O advogado Marcelo Petrini, que recebia salário do governo do Rio Grande do Sul mesmo sem comparecer ao trabalho, começou a devolver o dinheiro aos cofres públicos. Conforme a Secretaria Estadual da Agricultura, o valor de quase R$ 38 mil será pago ao estado em 12 parcelas.

Petrini foi exonerado do cargo em novembro de 2017, após reportagem da RBS TV. Em janeiro do ano passado, ele foi nomeado para a inspetoria veterinária de Itaqui e recebeu pagamento durante 10 meses.

O advogado diz que sempre deixou claro sobre a indisponibilidade de horários para assumir as funções. Porém, segundo ele, isso era sabido por quem lhe convidou para a função.

"Foi dito que o cargo era político, o cargo era representativo, e que na verdade havia uma dispensa de horário. Então, a nomeação foi feita e as coisas foram andando normalmente, até haver essa denúncia, que eu não cumpria expediente, quando na verdade, eu não ia deliberadamente", justifica.

A Secretaria Estadual da Agricultura garante que assim que tomou conhecimento da situação abriu uma sindicância e ouviu testemunhas, inclusive o advogado. Para a secretaria, esse foi um caso isolado.

"Será editada uma portaria, aprimorando e disciplinando o controle e a quem cabe controlar efetivamente de forma mais efetiva a efetividade dos servidores", afirma o diretor administrativo da Secretaria Estadual da Agricultura, Carlos Carvalho.

As conclusões da sindicância interna serão analisadas pela assessoria jurídica da secretaria. Na sequência, o processo será enviado à Procuradoria-Geral do Estado, para apurar se há crime e se o fato continuará sendo investigado.


 

Por Josiane Pimentel, RBS TV

06/01/2018 20h55 Atualizado 06/01/2018 20h55


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