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Entrevista com Viriato Vargas: Fenaoeste custou mais de R$ 250 mil
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Viriato João Jung Vargas (46 anos), advogado atuante e pecuarista, está como presidente do Sindicato Rural de São Borja a seis anos, com mandato até março de 2018. Confira uma síntese de como foi a entrevista, e ouça o áudio da entrevista no link:

Como surgiu a Fenaoeste

Há 10 anos atrás, quando existia apenas a Feira Agropecuária de São Borja, foi pensada a Feira, com a possibilidade de trazer algum lucro. As questões dos shows, com a empresa GDÓ, ganhou a denominação de Fenaoeste. Hoje é a maior Feira da fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Atualmente são basicamente dois eventos que acontecem em um: um com shows e outro, a Feira na sua forma tradicional – leilões, exposições, etc.


Uma Feira deficitária

A maioria do público vai ao evento por causa dos shows – reconhece Viriato.

Quando nós tínhamos apenas uma Feira Agropecuária, tínhamos uma feira deficitária. Ou seja, ela dava prejuízo – Afirma o presidente.

De acordo com Viriato, o sindicato não organiza os shows, ele ajuda a viabilizar e movimentar. Com um gráfico ascendente, reconhece a importância dos shows para o sindicato, que busca não ter prejuízos.


Comparação com anos anteriores

O advogado falou que 2017, foi o ano mais tranquilo de todos. Talvez, dando referência aos conflitos que não houveram.

Nos anos anteriores, a mídia ficou sabendo de alguns conflitos de camarim - por exemplo; revolta do público em geral por causa do barro; das empresas que não tiveram renda dentro do Parque de Exposições...

Viriato aponta que neste ano, houveram vendas, o público não reclamou... e os dias com entradas liberadas foram muito bons, ajudaram a popularizar e desenvolver mais o evento – aponta o pecuarista.

O maior problema, talvez tenha sido o tempo. Esse não é culpa nossa – afirma o advogado. De certa forma, o público já esperava, e nós nos preparamos bem para isso, nesse ano. Não houveram problemas com estacionamento.


O grande problema em 2017

O advogado Viriato Vargas afirma que o Sindicato Rural não tem lucro com a Fenaoeste, nem tão pouco a GDÓ, que precisou desembolsar para garantir o show de Henrique e Juliano, entre outros contratos... afirma ter havido prejuízo.

De acordo com o pecuarista, diferente de outras edições houve um exorbitante aumento de impostos. Ao todo, com outros somatórios, temos uma lista de mais de R$ 250 mil reais.

 

O que esperar para 2018?

Esperamos receber algumas isenções do poder público, para não precisar subir ingressos em 2018, o evento deverá ser repensado. A colaboração do poder público é fundamental para a próxima edição. O senhor Viriato Vargas espera ter essa conscientização por parte da administração pública, por ser uma Feira que está dentro do calendário do município, e de importância para a população. O presidente deixa claro: não queremos verba do município, nós queremos que o município não nos tire dinheiro. E complementa: – estamos sendo muito onerados para fazer acontecer a feira. Não é justo que as empresas que já paguem imposto fora, tenham que pagar dentro também.

A princípio, vamos buscar continuar, provavelmente os gastos vão continuar crescendo, mas na contrapartida que a receita estiver crescendo, vamos também crescer

Considerações finais

Só na parte de limpeza e segurança, foram mais de 150 pessoas contratadas para atuar na Fenaoeste, ao todo, são mais de duzentas pessoas sendo remuneradas para apoiar o desenvolvimento do evento. Um evento que gera renda e sustentabilidade para muitas pessoas, sem falar do entretenimento, lazer e desenvolvimento social e cultural.

Viriato, agradece ao público e complementa: - enquanto existir público, existirá Fenaoeste.

 

Audio da entrevista: https://soundcloud.com/alex-belmonte/entrevista-viriato-sobre-fenaoeste


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